13 de fevereiro de 2011 Comments

CUIDADOR: PROFISSÃO OU MISSÃO?

No dicionário de Língua Portuguesa, a palavra cuidador tem o significado de "que ou quem trata, toma conta de(alguém ou algo); que ou aquele que mostra zeloso, diligente para com outrem". Certamente, o glossário está correto em sua significação.Mas para as pessoas com deficiência, o cuidador extrapola essa definição. Ele está ligado ao conforto, à segurança e à ampliação do convívio social.

Em todo o Brasil, os quse 25 milhões de pessoas deficientes precisam de cuidados especiais. Para isso, entra em cena o cuidador, que pode ser ou não alguém da família. "Tenho quatro cuidadores e eles são meus braços direito e esquerdo", revelao empresário João Pacheco Neto, proprietário da loja virtual Como Ir.

Neto ficou tetraplégico depois de um mergulho mal-sucedido há 10 anos. Desde então, após uma liminar judicial, ele conseguiu o direito de ter esses cuidados durante o dia, com despesas pagas pelo seguro saúde, e à noite, com seu próprio investimento. "Moro sozinho e são eles que possibilitam a minha vida", explica.

Sidnei da Costa, técnico em enfermagem é um dos cuidadores do empresário. Eles estão juntos há cinco anos. "O trabalho é muito prazeroso e saio sempre no lucro, pois estou satisfazendo o próximo", diz Sidnei emocionado. De acordo com o cuidador, para exercer a atividade é preciso vocação. "A pessoa com deficiência não é um doente que está jogado na cama, se trata de um ser humano que precisa de cuidados especiais".

Costa exerce a atividade há sete anos e está sempre se especializando para atender as necessidades impostas pela profissão. Além da formação de técnico, ele possui outros 16 cursos de especialização. "O profissional tem que continuar estudando e se aperfeiçoando", comenta.

Fonte: Revista Sentidos
Comments

E OS CUIDADORES?

O texto abaixo foi extraído do site Movitae, movimento em prol da vida.
Um texto muito pertinente, que diz respeito a questão dos cuidadores. Quando teremos uma política pública voltada aos cuidadores? Confira!

Por Rosana Puga de Moraes Martinez*

Muitas são as lutas que temos travado diariamente por oportunidades e istrumentos que nos garantam a melhoria da qualidade de vida e até mesmo a expectativa de vida.


As demandas, no entanto, não cessam.

Na verdade, quanto mais vitórias alcançamos, mais e melhor vivemos. Que bom! Mas tudo na vida tem um preço. E com nossa longevidade não é diferente.

Apesar das pequenas melhorias, muitos de nós - portadores de patologias progressivas e degenerativas - chegamos a um estágio em nossas doenças que necessitamos auxílio para as tarefas mais corriqueiras, como higiêne pessoal, alimentação, locomoção e deslocamentos, etc.

Para isso, precisamos contar com a presença constante e ininterrupta de um cuidador que, no caso dos mais abastados, pode ser um ou mais profissionais contratados. Mas, na grande maioria dos casos, é mesmo um familiar que desempenha esta função.

Ocorre que, esse familar, ao longo do tempo, vê-se obrigado à difícil escolha de abdicar dos estudos, da carreira profissional, emprego, enfim, de tudo, para dedicar-se ao portador da patologia.

Não é raro verificar casos em que, anos depois, quando o parente portador já não se encontar mais entre nós e sua minguada aposentadoria por invalidez (quando há) cessa, aquele cuidador, já em idade avançada, que abriu mão de sua capacitação e vida profissional, passa, ele próprio, à condição de dependente de outros, por não ter mais como recomeçar a vida num mercado de trabalho tão competitivo quanto o brasileiro.

Dessa forma, é urgente que o Brasil acorde para a necessidade de uma política pública para os cuidadores, como a que já existe, há muito tempo, em vários países da Europa.

Ou acrescenta-se um percentual à aposentadoria do portador (quando houver) destinado ao sustento do cuidador, ou cria-se um programa específico nos moldes do Bolsa Família, acrescido inclusive de plano de saúde ao qual o cuidador continuará fazendo juz em caso de falecimento do portador, ou determina-se um salário-cuidador, mesmo, pago pelo estado e com direitos previdenciários. Para aqueles que já estavam empregados antes de tornarem-se cuidadores, poderia haver uma lei que lhes garantisse afastamento do trabalho com vencimentos e direitos integrais, enquanto persistir a necessidade do portador.

Ao contrário do que possa parecer inicialmente, esse tipo de política não atende apenas aos interesses dos portadores de patologias progressivas e incapacitantes e seus familiares, mas a toda a sociedade, na medida em que um paciente cuidado em casa onera menos o já deficitário serviço público de saúde e, consequentemente, o bolso de todos.

É hora, portanto, de nos unirmos em torno de mais esta bandeira. O momento me parece bem oportuno já que, a cada novo governo, renovam-se as esperanças de novos olhares, posturas e ações.

*Texto de Rosana Puga de Moraes Martinez, Presidente da ADONE MS, publicado no blog http://donems.wordpress.com/
11 de fevereiro de 2011 Comments

DR. PET ENSINA CACHORRO A AJUDAR SEU DONO DEFICIENTE FÍSICO

Alexandre Rossi o nome do DR. Pet que é um profissional formado em Zootécnica, mestrado em Psicologia pela USP e especializou-se em comportamento animal pela universidade de Queensiand na Austrália. Alexandre Rossi por ser um grande profissional já trabalhou em diversos países com animais, hoje em dia o DR. Pet trabalha na rede Record no programa domingo espetacular todo domingos, o Dr. Pet trabalha no programa ajudando as famílias a resolverem os problemas com seu animais de estimação a solucionar todos problemas que parecem impossíveis mas para ele é fácil.

Conheça a história de amor e cumplicidade de Marcos e seu cão Thor
Marcos Rossi possui deficiência física, é vocalista de uma banda, palestrante, praticante de mergulho e integrante de uma bateria de escola de samba.

O rapaz é dono de Thor, um cachorro da raça husky siberiano e pediu ajuda ao Dr. Pet para adestrar seu cão.

O objetivo é ganhar ajuda do seu bicho de estimação para algumas atividades, como abrir a porta e ainda ser mais obediente para facilitar suas atividades do dia a dia.

A história é um exemplo de amor e cumplicidade entre o cão e seu dono. Assista ao vídeo.



6 de fevereiro de 2011 Comments

QUADRINHOS "DIFERENTES"!

Já ouviram falar da "Turma da Febeca"?
O jornalista VICTOR KLIER criou uma turminha "diferente".
O trabalho dele é inclusão com criatividade. VAMOS DIVULGAR.

É demais, veja só:
A Turma da Febeca em...

Mais em:

COMUNIDADE DO PROJETO FEBECA NO ORKUT
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=42763663

PÁGINA DA FEBECA NO SITE DO ESTÚDIO MEGATÉRIO
www.megaterio.com.br/febeca/index.html 
5 de fevereiro de 2011 Comments

DESPERTADOR PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Este despertador possui um vibrador e também acende uma luz na hora de acordar, o que o torna perfeito para pessoas com deficiência auditiva, que não podem escutar o alarme do despertador comum, ou para quem precisa ser “sacudido” para poder se levantar de manhã.

Batizado de “Bellmann Clock“, ele pode ser conectado até no telefone fixo para alertar novas chamadas. Além do aviso sonoro, possui o mecanismo “bed-shaker”, que deve ser colocado embaixo do travesseiro para vibrar junto ao sinal do despertar.


Via Crônicas da Surdez


 
;