29 de março de 2012 Comments

TRAILER DOUTORES DA ALEGRIA - O FILME

Doutores da Alegria é um filme sensível e bem-humorado, que resgata a importância da figura do palhaço, um ser irreverente, sábio e generoso, capaz de provocar verdadeiras transformações com sua capacidade de olhar a vida por novos ângulos. Sempre apontando o ridículo da situação nele mesmo, o palhaço torna-se a figura ideal para remexer baús empoeirados, chacoalhar estruturas, arejar nossas mentes. 

Com uma fotografia belíssima, ritmo rápido, e a delicada edição de Mara Mourão, o filme retrata o trabalho de grupos de artistas que trabalha com crianças hospitalizadas e vai além, convidando-nos a pensar sobre o papel da arte em nossas vidas. Além de ter sido considerado pela UNESCO uma obra que promove a Cultura de Paz, recebeu vários prêmios no Brasil e exterior. Muito mais que um filme, uma lição de vida!

"Já passou algum besterologista aqui hoje?!"

28 de março de 2012 Comments

DO CIRCO PRO HOSPITAL

Caro leitor,
ONTEM, 27 DE MARÇO, foi comemorado o DIA MUNDIAL DO CIRCO. 
Em homenagem a esta data, compartilho com vocês a postagem abaixo extraída do Blog dos Doutores da Alegria. Uma ONG que se disponibiliza a levar alegria num ambiente onde às vezes ela é esquecida. A alegria faz bem para a saúde, faz bem para o coração, para a alma. Transforma ambiente e estimula relações saudáveis. Por isso, essas pessoas maravilhosas, voluntárias  e abençoadas por Deus, os Doutores da Alegria, levam sorrisos, gargalhadas, brincadeiras, música e, claro, muita alegria para os hospitais públicos.

No Dia Mundial do Circo, nada melhor que chamar o Dr. Pinheiro pra falar sobre como ele utiliza a linguagem circense no hospital. Neste ano, ele está no Hospital do Campo Limpo (SP) às terças e quintas-feiras.


Dr. Pinheiro
“A figura do palhaço e o malabarismo são as habilidades que mais “se encaixam” dentro de um hospital e, para minha sorte, são minhas prediletas! Dá pra imaginar um trapezista pendurado no corredor da Enfermaria ou alguém fazendo acrobacias dentro de uma UTI?

Vou contar umas rápidas artimanhas sobre como eu utilizo o aprendizado do circo aplicado ao ambiente hospitalar. E olha que já são 7 anos fazendo isso!

Exame besteirológico de visão
O paciente tenta acertar as cores ou o tamanho das bolas de malabarismo que estão no ar. Muito preciso!

Valsa na ponta do nariz
Começamos com um dos palhaços tocando gaita. A garotinha que está tomando soro no quarto vê sua boneca, que estava deitada na cama ao seu lado, começar a dançar se equilibrando na ponta do nariz. Um show!

Batidas e trupicões
Que tal uma batida de cara na porta, um tropeção na saída do elevador, um truque de cartola, uma mágica de bolso ou um simples andar estranho?

Perna de pau
Nos cortejos e nas rodas artísticas dentro dos hospitais fui visto quase batendo a cabeça no teto, trocando lâmpadas e distribuindo a tão sonhada ALTA! E nada como estar de perna de pau para isso…

Saudações circenses!


Dr. Pinheiro
"Um plantão em pessoa”



Fonte: Blog dos Doutores da Alegria
25 de março de 2012 Comments

TODOS OS DIAS SÃO DE LUTA


Caro leitor o texto abaixo foi extraído do blog 
Por Claudia Grabois

Hoje é o Dia Internacional da Síndrome de Down e o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial – em foco a diversidade e as diferenças, em questão o respeito e a legitimação, a necessidade de exercer a cidadania em um estado democrático de direito, com leis, políticas públicas e programas eficazes para o combate ao preconceito e à discriminação e para a efetivação dos direitos positivados, com equiparação e em igualdade. O acesso e a permanência na educação são partes integrantes desse conjunto de ações
No que tange as pessoas com deficiência, os avanços na educação inclusiva são frutos de uma longa caminhada, na qual foram protagonistas as pessoas com deficiência e seus familiares, com a participação ativa de defensores dos direitos humanos, especialmente do direito à educação – fundamental para o exercícios dos demais direitos.
O que se percebe atualmente nas escolas é que não existe boa receptividade para retrocessos nas políticas públicas de inclusão, ou para políticos que levantam bandeiras de restrição de direitos (os quais, certamente, são sempre bem recebidos, porém, com a merecida desconfiança). Ou seja, o espaço para “politicagens” está restrito e lida-se com isso, na maioria das vezes, conhecendo conjuntura e contextos. É certo também que cabe a cada um(a) decidir o seu caminho e que conveniências não são descartadas, mas em tempos de redes sociais, as informações e intenções são mais óbvias.
Podemos pensar nos motivos que podem levar pessoas públicas a se articularem para defender restrições de direitos e o modelo de saúde/assistencialista que se contrapõe ao modelo social, este sim de combate à miséria. Mas compreender por que fazem pressão para segmentar políticas públicas de educação, elegendo deficiências para o pertencimento, ainda é um desafio, pois foi da demanda pela garantia da dignidade inerente a todos os seres humanos que surgiu o sujeito de direitos. E educação é direito inalienável.
Foi pela obrigação de fazer do poder público que os avanços aconteceram; da dupla matrícula no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) – que garante recursos para que o estudante esteja na escola comum e receba o atendimento educacional especializado - ao Programa BPC na Escola, a motivação está nos preceitos constitucionais duramente conquistados pela sociedade.
As matrículas de estudantes com síndrome de down em classes comuns, felizmente, crescem e são incentivadas – inclusive por instituições especializadas. Lamentavelmente, tal incentivo não acontece na mesma intensidade para pessoas das mesmas idades com paralisia cerebral, transtorno global do desenvolvimento ou deficiência múltipla. Posso concluir que existe uma triste “seleção natural” que me assusta. Considerando que a maioria das pessoas com deficiência é pobre, poderia dizer que tais práticas podem vir a promover, a médio prazo, um apartheid entre as deficiências. Ou seja, as pessoas com deficiência consideradas “leves e moderadas” – e as mais abastadas – exerceriam os seus direitos, sendo que as consideradas “graves” – principalmente as mais pobres – continuariam nas instituições (e a viver na linha da pobreza). Idéias que, inclusive, foram bem difundidas durante o ano de 2011, com o uso dos termos mencionados.
Em geral, as pessoas lutam de forma mais intensa pelos seus e acaba sendo fácil esquecer que são milhões de pessoas com deficiência, com especifidades que se unem a tantas outras características. Por isso, é preciso lembrar que os caminhos se cruzam e até se entrelaçam. As pessoas – não importa se com síndrome de down ou paralisia cerebral – têm os mesmos direitos e, no que diz respeito à Educação, todas as crianças e adolescentes devem igualmente frequentar os bancos das escolas. Não podemos permitir, por exemplo, que nos vendam a ideia de que é legítimo haver equipes multidisciplinares para avaliar e encaminhar para classe comum ou para escola especial (principalmente por uma questão de humanidade, que, inclusive, precede as leis). Porque exclusão mata e é desumano. Recursos para atender todas as especificidades, sim, são bem-vindos, necessários e de direito. Para além das Pessoas com síndrome de down existe, sim, vida. Todos e todas são seres humanos.
As Pessoas são diferentes, mesmo. E, além disso, toda pessoa é um mundo e um mar de complexidade. Pessoas com e sem deficiência, tanto faz. Somos igualmente gente. Recentemente, ouvi de um pessoa com paralisia cerebral que se pudesse mudar alguma coisa em sua vida não mudaria a sua condição. E, assistindo a um programa de televisão, novamente ouvi uma fala semelhante.
Acho que precisamos nos conscientizar de que compomos a mesma humanidade, que, de fato, é e sempre foi diversa. Podemos encarar o mundo ou considerando as diferenças como parte integrante e formadora de contextos ou como algo que precisa de cura para se homogeneizar. Nesse segundo entendimento, as diferenças precisariam de “preparo” para frequentar as salas de aula para que a pessoa pareça igual àquele considerado “normal” (?). Aprender igual, falar igual, parecer igual talvez seja a busca de alguém que jamais existirá de fato, pois as pessoas são o que são, independentemente de tentativas para torna-lás o que queremos que sejam. A relação “Eu e Tu” proposta pelo filósofo, escritor e pedagogo austríaco Martin Buber estará ameaçada ao tentarmos fazer com que o outro atenda expectativas e pague por nossos mais escondidos preconceitos.
O Dia Internacional da Síndrome de Down é, sim, um dia de luta pela garantia e efetivação dos direitos: direitos humanos; direitos das pessoas com síndrome de down e com outras tantas características; direitos de todos e de todas; direitos constitucionais; direitos de iguais na diferença.
Em tempo: as instituições filantrópicas especializadas, com seus saberes e conteúdos acumulados, são fundamentais para a construção da escola inclusiva, a escola de todos(as) e de cada um(a).
TODOS OS DIAS SÃO DE LUTA.
Abraços Inclusivos.

22 de março de 2012 Comments

APOIO ROBOTIC TRAZ A LIBERDADE PARA PARAPLÉGICOS - TEK RMD



Robotic Mobilização dispositivo www.tekrmd.com Tek RMD, oferece a oportunidade de circulação de pessoas com paraplegia, permitindo-lhes independentemente de pé em uma posição completamente vertical, com a postura correta, facilitando a sua circulação e confortável conclusão de suas tarefas diárias dentro de casa , como no shopping casa, escritório e shopping. Tek RMD não é uma alternativa para cadeiras de rodas, é um conceito totalmente novo, uma nova plataforma.

Fonte: http://tekrmd.com
ESTA VAGA NÃO É SUA NEM POR UM MINUTO
21 de março de 2012 Comments

21 DE MARÇO "DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN" - Jovens com Síndrome de Down vão representar o Brasil na ONU


Hoje é uma data especial e de conquistas em todo o mundo. O Dia Internacional da Síndrome de Down mostra a importância da inclusão social, além do respeito às pessoas portadoras da alteração genética, que pode ocorrer em 1 a cada 800 nascimentos, aumentando a incidência de acordo com a idade materna. 
Ao contrário de que muitos pensam, a Síndrome de Down não é considerada uma doença e também não deve ser tratada como tal.
As pessoas com a SD sofreram uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida como trissomia 21.

O vídeo abaixo foi veiculado no dia 18/03 pelo Programa Fantástico da TV Globo.



 
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