27 de maio de 2017 Comments

"Extraordinário": filme conta a história de um garoto com desordem craniofacial chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de novembro

Na manhã desta quarta-feira, dia 24/05, foi divulgado o primeiro trailer  da adaptação cinematográfica do livro Extraordinário, de R. J. Palacio. O longa é protagonizado por Jacob Trembley, Julia Roberts e Owen Wilson.

O vídeo que vem emocionando a internet mostra o primeiro dia de escola de Auggie (Tremblay), garoto de 10 anos que nasceu com uma desordem craniofacial congênita e vai começar a frequentar a escola pela primeira vez. Tudo o que o garoto quer é ser tratado como uma criança normal e, para isso, ele terá de enfrentar a crueldade de seus colegas enquanto seus pais temem por sua estabilidade emocional.

Extraordinário, best-seller que liberou a lista de mais vendidos do New York Times, tomou conta das redes sociais nesta quarta. O título do filme figura entre os assuntos mais comentados do Twitter e nas mensagens postadas os fãs comemoram a chegada do filme. "Eu to chorando e não é pouco com esse trailler", comentou uma internauta.

O longa é dirigido por Stephen Chbosky (As vantagens de ser invisível, 2012) e, no elenco ainda conta com a atriz brasileira Sônia Braga no papel da avó de Auggie e mãe de Julia Roberts.

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de novembro.

Abaixo, confira o trailler:

 

  Fonte: www.uai.com.br


20 de março de 2017 Comments

21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down


Dentre os 365 dias do ano, o 21 de março foi inteligentemente escolhido porque a Síndrome de Down é uma alteração genética no cromossomo 21, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a síndrome, aparece com 3 exemplares (trissomia). A ideia surgiu na Down Syndrome Internacional, na pessoa do geneticista da Universidade de Genebra, Stylianos E. Antonorakis, e referendada pela Organização das Nações Unidas em seu calendário oficial.

4 de março de 2017 Comments

IRMÃOS DE MARINGÁ FAZEM SUCESSO NA INTERNET COM VÍDEOS SOBRE AUTISMO

Essa foi a forma que eles encontraram para acabar com a desinformação. Um dos vídeos teve 5 milhões de visualizações, de acordo com o pai dos irmãos.


Dois irmãos de Maringá, no norte do Paraná, estão fazendo sucesso na internet falando de um assunto sério. Como um deles tem autismo, a família decidiu fazer vídeos mostrando como é a relação dos dois. Essa foi a forma que eles encontraram para acabar com a desinformação, Um dos vídeos teve 5 milhões de visualizações, de acordo com o pai dos irmãos.
Eu sou o Otávio Cunha e esse é o meu irmão Ítalo. Ele é nosso presente. Quando dizemos que o Ítalo é autista estamos falando que meu irmão tem mais amor que eu e você. Autismo se trata com muito amor." É dessa forma, na internet, que Otávio fala sobre o autismo do irmão.
O autismo é uma disfunção que afeta a capacidade de socialização do indivíduo, uma vez que compromete diversos aspectos do comportamento como fala, movimento, interesse por amizade, vida social e emoção. O autismo cria diferentes cenários - há casos de pessoas que não falam e casos de autistas que desenvolvem habilidades incríveis.
"Quando um autista vê ou escuta algo ele passa o tempo todo com isso no pensamento. O Ítalo bate palmas para organizar as coisas. Esse foi um modo que ele encontrou para aliviar os pensamentos. Pra ele tudo sempre está funcionando ao mesmo tempo", conta o garoto em outro vídeo. 
E para falar sobre esse assunto, o Otávio conta como é que ajuda o irmão mais velho. Assista a entrevista.

Fonte: APAE Brasil
6 de janeiro de 2017 Comments

Direitos das Pessoas com Deficiência


6 de dezembro de 2016 Comments

Doença de Addison

E então hoje ouvi falar sobre uma nova síndrome, a Síndrome de Addison. Vamos conhecer um pouquinho sobre esta doença.
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A doença de Addison (ou insuficiência adrenal crônica ou hipocortisolismo) é uma insuficiência primária das glândulas suprarrenais (chamadas também de glândulas adrenais), responsáveis pela liberação de hormônios como cortisol e de catecolaminas, como a adrenalina. 

Ocorre por uma atrofia das glândulas suprarrenais, fazendo com que por vezes elas não produzam o cortisol e a aldosterona em quantidade suficiente para as necessidades orgânicas. O cortisol é importante no processamento do metabolismo dos carboidratos, proteínas e lipídios, entre outras ações, e a aldosterona é um mineralocorticoide responsável pela homeostasia do sódio e do potássio e pelo equilíbrio hidroeletrolítico.

Esta condição pode afetar tanto homens como mulheres, em qualquer idade. A doença é rara, atingindo apenas uma ou duas pessoas num grupo de 100.000 indivíduos. Ela deve ser distinguida da insuficiência suprarrenal secundária, na qual a hipófise não produz o hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) suficiente para estimular a glândula suprarrenal. O problema, então, é uma insuficiência hipofisária.

As glândulas suprarrenais localizam-se logo acima dos polos superiores dos rins, uma de cada lado, sendo que a direita tem forma triangular e a esquerda a forma de meia-lua.

O nome da doença é devido ao médico inglês Thomas Addison, que a descreveu em 1855.

Para que a insuficiência suprarrenal se manifeste é necessário que 90% do tecido suprarrenal tenha sido destruído. A grande maioria dos casos de doença de Addison é em razão de processos autoimunes dirigidos contra as células adrenais. Nos países onde a incidência da tuberculose é alta, essa é uma causa importante da doença. Outros casos devem-se à infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), sarcoidose, amiloidose, hemocromatose, câncer, hemorragia adrenal e defeitos congênitos das glândulas adrenais.

A doença de Addison pode também fazer parte de uma síndrome poliendócrina geral que afeta outros órgãos e pode estar associada a outras endocrinopatias.

Os principais sinais e sintomas da doença estabelecida são, entre outros:

•Fadiga crônica e progressiva.

•Tonteiras.

•Perda de força muscular.

•Perda de apetite e de peso.

•Como perdem sal pela urina, há uma avidez pelo consumo de sal na dieta.

•Coloração escura da pele, sobretudo nas regiões de dobras.

•Febre, náuseas e vômitos.

•Hipotensão (queda da pressão arterial).

•Hipoglicemia (queda da taxa de açúcar no sangue).

•Hiperpigmentação cutânea.

Situações de estresse agudo ou a interrupção do uso do hormônio exógeno pode levar a uma crise addisoniana, potencialmente grave, caracterizada por hipotensão severa, dores súbitas e penetrantes, hipoglicemia, perda da memória, fadiga extrema e, às vezes, coma.

Em geral, a destruição da glândula é bastante lenta e os sintomas são de difícil distinção, sendo o diagnóstico quase sempre feito em estados avançados da doença. 

Os sintomas da doença de Addison podem ter início agudo ou insidioso. No primeiro caso, o diagnóstico pode ser mais fácil e no segundo, mais difícil. 

Como os sintomas são muito variados e às vezes de instalação lenta, o diagnóstico nem sempre é facil. Ele requer uma história clínica detalhada, com avaliação dos sintomas, a qual deve ser complementada pela dosagem sanguínea dos hormônios adrenais, os quais normalmente estarão abaixo do normal, e do ACTH, que deverá estar alto, demonstrando haver estímulos hipofisários sobre as glândulas adrenais, que não respondem a eles. 

A estimulação artificial das glândulas suprarrenais pode ser feita também com ACTH exógeno sintético, administrado por via venosa, a qual mostrará um nível baixo de resposta suprarrenal. Além disso, devem ser dosados a creatinina, a glicose, o sódio e o potássio séricos.

Além de constatar-se, se for o caso, a existência de uma insuficiência suparrenal primária, é necessário determinar a sua causa. Para isso, talvez seja necessário fazer exames de imagens das glândulas suprarrenais. As dosagens da 21-hidroxilase, uma enzima envolvida na produção de cortisol e de aldosterona, pode ajudar a diagnosticar os casos autoimunes. Em alguns poucos casos pode ser necessária uma biópsia das suprarrenais.



 
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